

ATREVIDAH Há dores que não gritam — apenas permanecem. Silêncios que se instalam cedo demais e acompanham a vida inteira. Atrevidah nasceu do silêncio — e da coragem de rompê-lo. É o relato autobiográfico de uma mulher que aprendeu cedo a se calar para não causar dor, a se adaptar para ser aceita e a carregar culpas que não lhe pertenciam. Com o tempo, o corpo falou. A alma pediu ajuda. E o
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