👤 BIOGRAFIA OFICIAL
João Maia nasceu em Cuiabá, Mato Grosso, em 1995, e reside atualmente em Campo Verde (MT). Escritor independente e membro da Assembleia de Deus desde 2013, dedica-se a observar as complexidades das emoções humanas, o amadurecimento emocional e as jornadas de fé no cotidiano.
Sua escrita carrega a autoridade de quem superou grandes reviravoltas na vida, incluindo seis anos de violência física e psicológica. Deixando o papel de vítima para trás, transformou a mesa de seu quarto em um lugar de cura e transbordamento espiritual. Suas obras não trazem fórmulas mágicas, mas sim uma teologia prática e um acolhimento profundo para quem enfrenta as batalhas silenciosas e as dores da vida real.
CATÁLOGO DE OBRAS
1. Fé sem Pausa
- Subtítulo: Quando estar de pé é a melhor oferta
- Proposta: Um manual de resistência e abraço para o cristão cansado. O livro desconstrói o perfeccionismo religioso e valida a exaustão humana, mostrando que a fé real não é a ausência de cansaço, mas a decisão de continuar caminhando com o suporte divino. Nos dias em que as forças acabam, o simples ato de permanecer de pé já é o seu sacrifício mais valioso.
2. O que o Tempo Cobra
- Proposta: Uma narrativa reflexiva e profunda sobre o desenvolvimento emocional e as cobranças silenciosas da vida. A obra aborda como o tempo cobra suas escolhas de forma gradual — no silêncio que evitamos, nas decisões que adiamos e no peso de fingir que está tudo bem —, convidando o leitor a um acerto de contas honesto consigo mesmo e com a própria história.
3. Enquanto Caminhamos (Breve Lançamento)
- Subtítulo: A soberania de Deus em uma humanidade que caminha
- Proposta: Nascido a partir de experiências profundas de cura e superação, este livro explora a belíssima relação entre as escolhas humanas e o governo invisível do Criador. Com uma perspectiva madura, João Maia lembra o caminhante de que Deus não assiste à nossa jornada de longe. Ele governa enquanto nos movemos. É um convite para descansar no controle do Pai, ciente de que "Deus não é movido pela intensidade da nossa emoção, mas a contrição revela a profundidade da nossa dependência".