

No verão de 1992, Linópolis parecia um refúgio perfeito. No litoral de São Paulo, a pequena cidade vivia do som das ondas, do vento salgado e das ruas tranquilas que se enchiam de vida apenas durante as férias de fim de ano. Para os moradores, aquele era um lugar seguro, onde nada de realmente ruim acontecia. Para as crianças, era o cenário ideal para dias sem regras, brincadeiras até o pôr do sol
Saiba mais
O ano era 1993, e Linópolis parecia finalmente ter deixado o passado para trás. As ruas estavam mais movimentadas, as casas novamente iluminadas à noite e o som do mar voltava a trazer uma falsa sensação de tranquilidade à cidade. Para a maioria dos moradores, o horror vivido um ano antes havia se transformado em boatos, lembranças distorcidas e histórias contadas em voz baixa — lendas que o tempo
Saiba mais
O ano era 1996. Três anos haviam se passado desde a noite em que os Patrulheiros enfrentaram o Ceifador em Linópolis e colocaram um fim definitivo no horror que assombrou a cidade. Pelo menos, era isso que todos acreditavam. O passado havia sido enterrado junto com segredos, culpas e memórias que nenhum deles conseguia esquecer por completo. Agora adolescentes mais velhos, os Patrulheiros viviam e
Saiba mais
O sol brilhava sobre as praias de Linópolis, refletindo nas águas como se nada de ruim tivesse acontecido ali. O cheiro do mar e o calor da cidade pareciam chamar os patrulheiros de volta, como se Linópolis fosse apenas um destino de verão, um lugar para esquecer os problemas e reviver memórias felizes. Renato, Kim, Geovane, Jefferson, Rosângela, Maria, Dilan e Heloísa chegavam à cidade com risada
Saiba mais