

Vivem no tempo, mas agem como se não estivessem nele. Possuem vida, mas a desperdiçam como se fosse infinita. Dotados de racionalidade, transformaram aquilo que poderia elevá-los em instrumento de destruição. Em A Potência da Insignificância Humana, a existência é observada sob uma lente crua e filosófica, onde o humano não é exaltado, mas confrontado. Entre a normalização do erro, a repetição de
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