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Meus livros na UICLAP

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O Silêncio das Árvores

O poeta e multiartista Luís Roxo, nesta sua mais recente obra - “O Silêncio Das Árvores”- se impõe como detentor de um inegável dom poético/espiritual. Decompondo o mundo em seus elementos constitutivos (Água, Fogo, Ar, Éter + Raiz, Olho e Espírito), o autor constrói árvores metafísicas, erigindo-as sobre os alicerces de cada um desses temas fundamentais, de forma romântica e univ

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O Silêncio dos Pássaros

Existe eternidade? Se existe onde começa e acaba? Nós somos eternos? E se somos para que propósito? O que significa a eternidade? O que significa ser eterno? Como viemos de lá? Como se vai para lá? Como se alcança a eternidade? Mas que fazemos nós para merecer a vida e morte?

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O Jardim das nossas Palavras

As flores Porque nascem as flores nos jardins? Quem as desenhou? Quem as inventou? Existe eternidade? Se existe onde começa e acaba? Nós somos eternos? E quem dá alma ao mundo?

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Bruma da Manhã

Guardo-te em mim enquanto desenhas pássaros que acordam as árvores pela bruma da manhã. Guardo-te em mim desta janela que dá para o mundo efémero, do tempo sem tempo, dos dias vazios quando a cidade acorda lentamente e o orvalho persiste em cada folha. Da noite pouco já resta, apenas indomáveis mistérios, inflamados desejos que os deuses ocultos levaram para a lua agora encoberta pelas asas dos

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Solidão e outros dias

Cláudia Adães (Escritora - Portugal) Interrogo-me: será novo? Será mesmo velho? Não, não é novo. É velho, mesmo velho. Mas não é velho em anos, nem em rugas. É “velho” na vida vivida, sentida... Quando leio o que “ele” escreve, Sinto nas sus palavras um eu que vive, mas mais do que isso, Vejo nelas uma compreensão enorme, uma grande sabedoria. Leio e gosto do que leio. A sua escrita jovem e adult

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A Sinfonia do Amor

O primeiro andamento de Abril E neste Abril, fiz-me palavras onde percorro o teu corpo, palavras adormecidas nos teus lábios, palavras ocultas em poemas sábios. E neste Abril, fiz-me o mar em folhas azuis para te adormecer, fiz-me manhã maresia branca ao amanhecer, sombras de palavras no eco das tuas mãos. Abril calado, Abril desnudado, Abril deserdado. Existe luz mais antiga que esta l

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O Silêncio das Árvores - Pocktbook

E ela que foi céu, e estrela e sul, E ela que foi caminho, e pé e jornada, E ela que foi amor, e dor e encantada, E ela que foi grito, e esperança e libertada. E ela que foi pedra, e névoa e calada, E ela que foi rio, e água e gelada, E ela que foi raíz, e terra e amada, E ela que foi ar , e pássaro e voava, E ela que foi espirito, e corpo e cantava. E morremos no chão como pó, alimento no silê

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No teu rosto

No teu rosto, está escrito o princípio e o fim, como se cada linha, cada traço, fosse uma sentença divina a decifrar. Observo-te com a contemplação de um peregrino diante de um templo oculto, cujos segredos só se desvelam aos olhos quem verdadeiramente vê.

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Curso de Tarot Divinatório

"O curso de Tarot Divinatório oferece uma jornada envolvente no mundo das cartas, proporcionando uma compreensão abrangente e prática deste antigo sistema de orientação. Dos Arcanos Maiores aos Menores, mergulhe nos significados, simbolismos e interpretações, aprendendo a ler as cartas de maneira consciente e ética. Além disso, explore aplicações avançadas do Tarot, combinando-o com outras prática

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Encontro Secreto de Fernando Pessoa e Aleister Crowley

"Encontro Secreto de Fernando Pessoa e Aleister Crowley" é uma obra fictícia que mergulha nas profundezas do encontro improvável entre dois personagens históricos marcantes. O romance imagina um cenário onde o icônico poeta português, Fernando Pessoa, se depara com o enigmático ocultista britânico, Aleister Crowley, desencadeando um encontro intrigante e misterioso. Entre os mistérios do ocultismo

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O SILÊNCIO DAS NUVENS

Um estrondoso trovão em segundos preencheu meus ouvidos, coloquei minhas mãos na cabeça e atirei-me no chão, fragmentos de tijolos e poeira voavam por cima do meu corpo, perto de mim gritos de pessoas a correr pelas ruas, labaredas de fogo entravam pelos buracos das paredes, cortinas de fumo negro cobriam as ruas e as folhas das árvores... ...três segundos de vazio, seis segundos de vazio,

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