Luan F. Verçosa (nome de nascimento: Luan Verçosa Costa; Maués, 16 de dezembro de 2010) é um escritor brasileiro. Nascido no interior do estado do Amazonas, em uma região conhecida pelo título de Capital Nacional do Guaraná, é caracterizada por extensa rede hidrográfica e clima equatorial, teve sua infância marcada por vivências que posteriormente influenciaram sua produção literária. Em 2020, transferiu-se para a cidade de Manaus, onde passou a residir e a dar continuidade à sua formação escolar.
O nome autoral “Luan F. Verçosa” constitui um pseudônimo parcialmente abreviado. A inicial “F.” refere-se a Faraco, sobrenome de seu avô, não incorporado ao seu nome civil, mas adotado como elemento de identificação literária. A inclusão da inicial atende a critérios de distinção nominal e à preservação de vínculo familiar em sua identidade autoral.
Seu interesse pela escrita intensificou-se após o falecimento de sua mãe, ocasião em que a literatura e as artes visuais passaram a desempenhar papel relevante como meios de expressão. Paralelamente à atividade literária, também desenvolve trabalhos no campo da pintura.
Entre suas principais referências está a obra O Meu Pé de Laranja Lima, de José Mauro de Vasconcelos, cuja leitura contribuiu para a consolidação de seu interesse pela narrativa de formação, especialmente no que se refere à representação da infância sob perspectiva sensível e realista.
É autor da duologia A Noite das Estrelas Frias, composta pelos títulos Memórias de Quando Eu Era Feliz e O Menino que Conheceu a Dor. Inicialmente concebidas sob o título geral Onde Está Você, as obras passaram por revisão editorial, resultando na retirada dessa denominação, em razão de sua ampla recorrência e baixa distinção no contexto literário. A reformulação privilegiou os subtítulos como títulos principais, conferindo maior singularidade e identidade às publicações.
Além da duologia, é autor das obras Memórias Havidas e A Filha de Deus-Dará, que ampliam seu repertório temático e mantêm a recorrência de elementos como memória, espiritualidade, relações familiares e experiências de perda. Sua produção caracteriza-se pela abordagem de conteúdos subjetivos e afetivos, com ênfase em processos de amadurecimento e na construção de sentido a partir da experiência vivida.