
Juliane Cruz é mãe, cristã, escritora em início de carreira e profissional dedicada à organização, estratégia e criação de soluções práticas para a vida e para o trabalho. Movida pela fé e pelo desejo de ensinar valores que formam caráter, decidiu transformar suas experiências, aprendizados e inquietações em projetos que eduquem, orientem e inspirem crianças e famílias.
Criadora da coleção As Histórias de Vovó Ana, Juliane acredita que a educação começa com conversas sinceras, amorosas e cheias de propósito. Seu trabalho une sensibilidade, responsabilidade e compromisso com a verdade, abordando temas importantes de forma acessível, inclusiva e respeitosa.
Como mãe, entende os desafios de educar e preparar uma nova geração com consciência, fé e dignidade. Como cristã, carrega a convicção de que Deus não faz acepção de pessoas e que toda criança merece aprender, crescer e sonhar com esperança.
Juliane está dando seus primeiros passos no mercado editorial, com coragem, dedicação e o propósito de usar a escrita como instrumento de transformação, ensino e impacto positivo na sociedade.

No parque, enquanto faz seu crochê, Vovó Ana responde a uma pergunta que desperta curiosidade nas crianças: de onde veio a escravidão? Com linguagem simples e sensível, ela explica que a escravidão não foi criada por Deus e que já existia em muitas civilizações antigas, como na Mesopotâmia, na Grécia e em Roma. As crianças descobrem como a escravidão mudou ao longo da história e como a liberdade
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Quando Zeca começa a se sentir diferente por causa da cor da sua pele, uma conversa especial com a Vovó Ana transforma seu coração. Na aconchegante sala da Vovó Ana, cercado por amigos que o amam, Zeca descobre algo muito importante: cada pessoa foi criada de forma única e especial. Com carinho, sabedoria e exemplos simples que as crianças conseguem compreender, Vovó Ana ensina sobre identidade,
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Algumas pessoas passam pela nossa vida. Outras permanecem dentro dela. Bandeiras Solenes nasceu das marcas deixadas por pessoas que, de alguma forma, continuaram existindo na memória, no afeto e no silêncio. Entre lembranças da infância, despedidas, perdas, reencontros e histórias reais, cada poema revela fragmentos de vidas que ajudaram a construir quem somos. Esta não é uma obra sobre a ausên
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