
José Santos nasceu na década de
1960, em Santiago, interior do Rio Grande do Sul, Brasil. É bacharel em
Farmácia pela UFRGS e em Filosofia pelo IMED. Ao longo de sua trajetória,
percorreu mais de setenta países com o propósito de aprofundar sua formação
intelectual e experiencial — uma jornada marcada pela observação, estudo e
reflexão.

A vida cotidiana segue pela cidade: rotinas, mercados, hospitais, compromissos. Entre relatórios clínicos e ocorrências dispersas, Jonas começa a identificar correspondências que passam despercebidas ao olhar habitual. Casos breves, variações mínimas, episódios quase imperceptíveis começam a compor um padrão. O acaso revela uma dinâmica ativa, silenciosa, integrada ao tecido urbano. Os chamados pr
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O desenvolvimento pessoal ensinou hábitos. A literatura financeira ensinou investimento. A produtividade ensinou execução. "Arquitetura do Sucesso no Mundo Contemporâneo" começa onde outros livros terminam. Dinheiro, energia, presença e posicionamento passam a operar como forças de um mesmo sistema complexo. Quem percebe essa dinâmica decide diferente: vê o terreno antes de agir, reconhece ciclos
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Um animal de estimação chamado Ghalgha relata situações vividas ao lado de seu dono, João Donno. Juntos atravessam um ambiente distópico peculiar, em constante transformação devido à aceleração do tempo desencadeada por avanços tecnológicos. Enquanto João Donno tenta se adaptar a um mundo instável e imprevisível, Ghalgha observa tudo com uma percepção intuitiva e singular. Seres mutantes, realidad
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John acorda com amnésia retrógrada em um lugar em que as pessoas são estratificadas por amplitudes de onda. Aos poucos ele se percebe morando em uma cidade chamada Johndon, onde ciborgues dominam seus habitantes com tecnologias de modulação dos níveis de consciência. Por algum motivo a amplitude de John começa a ficar cada vez mais amplificada. Isso causará, no final, grandes mudanças na cidade.
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Este livro é o resultado de um exercício de poesia. Ao me demorar na metodologia da escrita, tive necessidade de praticar a arte literária na sua forma mais fluida. Foi uma reação intuitiva ao crescente da razão nos meus trabalhos prévios. Procurei fazer esse exercício para não cair na obviedade de um senso prosaico mais do que comum. Em meio a notícias sobre inteligência artificial, por necessid
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