
Jèff Jácom’e
Nascido em Catalão, Goiás, em 20 de maio de 1971, Jèff
Jácom’e formou-se em Letras pela Universidade Federal de Goiás (UFG) em 1996 e
dedicou grande parte de sua vida à educação, lecionando literatura brasileira e
portuguesa na rede pública de ensino.
Em 1998, Jèff escolheu o Tocantins como lar,
estabelecendo-se definitivamente em Porto Nacional a partir de 2002.
Entre suas publicações independentes, destacam-se o romance Peixe
Branco (2023), que explora uma narrativa híbrida entre a ficção e as
memórias sob nuances existenciais e políticas, além das coletâneas poéticas Cemitério
de Elefantes (2024) e O Excesso do Mesmo (2025), que mergulham em
questionamentos profundos sobre a condição humana e nossa relação com o tempo.

Em 1981, nos últimos anos da ditadura no Brasil, Alexandre, de 22 anos, mora num casarão no final da avenida principal da cidade e trabalha na contabilidade para o Sr. Ângelo. Ele perdeu a mãe na infância e o pai desapareceu misteriosamente durante os anos do AI-5. Ao se juntar à trupe do "Premeditando a Arte", ele embarca em uma conspiração política ameaçadora, que coloca em risco não apenas sua
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"Cemitério de Elefantes" é um mergulho profundo na alma humana, dividida em quatro partes que refletem as diferentes fases da vida do autor, Jèff Jácom'e: "O Livro das Confidências Inconfiáveis", "Caderno 2 ou Fragmentos da Estrela da Morte", "O Último Fim do Mundo" e "Paisagem na Neblina". O título é uma homenagem à canção homônima nunca gravada da banda Tocantinense Mr. Frog. Nesta obra poética
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Em O excesso do mesmo, Jèff Jácom'e constrói uma atmosfera sombria e poética que explora a luta interior, a fragmentação do eu e a observação do outro. O livro é estruturado em capítulos que refletem as características pessoais e os temas preferidos do autor, formando um roteiro único: cidades, curtas, quatro versos, poemas, formas, caminhos, dentro de mim e outro. A obra apresenta as reflexões d
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