
Hugo Salles é escritor, advogado e executivo. Há mais de quinze anos atua na liderança de equipes e projetos, experiência que aproximou seu estudo do budismo Mahayana e tibetano das questões concretas da vida cotidiana, como medo, conflito, culpa, apego e tomada de decisões.
Em seu percurso de estudo independente, traduziu para o português sutras budistas selecionados, trabalhando a partir de textos canônicos, traduções reconhecidas e comentários tradicionais.
Na série “As Tecnologias da Mente Desperta”, investiga como ensinamentos, símbolos e práticas ligados a figuras como Tara, Manjushri, Avalokiteshvara, Vajrapani e Vajrasattva podem contribuir para o cultivo da coragem, da clareza, da compaixão, da força consciente e do discernimento.
Seus livros seguem um princípio simples: os ensinamentos não devem ser aceitos apenas pela autoridade de quem os apresenta, mas colocados em prática, observados e avaliados pela própria experiência.

O medo não é o tigre lá fora. É o "eu" pequeno que treme diante dele. A ansiedade antes de uma conversa difícil. O aperto no peito antes de uma decisão que importa. A sensação constante de não ser suficiente. O medo raramente aparece como perigo real diante de você — na maior parte do tempo, começa por dentro: numa identidade contraída, numa imagem diminuída de quem você acredita ser, numa voz in
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Karma não é o universo te punindo. É a vida te mostrando o que você anda plantando. Você continua chamando de azar. Talvez seja só o boleto vencendo. Já olhou para o teto às três da manhã e pensou: “mas o que foi que eu fiz pra merecer isso?” Talvez a resposta seja menos mística — e mais útil — do que parece. Em KARMA AÍ, PESSOAL!, o autor transforma uma das ideias mais mal compreendidas do mundo
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Sua cabeça marcou mais uma reunião. Duas da manhã. Sem pauta, sem quórum, e mesmo assim lá está você — reabrindo um caso de 2023 que já foi julgado quatrocentas vezes. Se você reconhece esse tribunal, este livro é o mapa da saída. Pensar demais se disfarça de responsabilidade. Mas quando o pensamento para de produzir informação e começa a produzir só mais pensamento, ele vira o que a tradição bu
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