
Hugo Melo é desenvolvedor de software, astrônomo, pesquisador científico,
músico e produtor musical, fotógrafo, cozinheiro, DJ, kendoca, streamer e
tiktoker — e, agora, escritor. Coleciona ofícios do mesmo jeito que coleciona
discos: inteiros, ouvidos na ordem em que foram gravados.
Nasceu no Recife em meio à maresia e se mudou para São Paulo no ano
2000 — a tempo de ver de perto a cidade que aparece neste livro como
personagem, com toda a violência e a beleza específicas do Bixiga em no-
vembro, de Higienópolis numa tarde de chuva fina e da Serra do Mar antes
do amanhecer.
É casado com Rosemeire e pai de Sidharta, Kamille e Isabella — os
três responsáveis por boa parte das loucuras que ele teima em chamar de
projetos.

São Paulo é uma cidade de vinte milhões de vivos — e de um punhado de imortais que se odeiam, dependem uns dos outros e não podem existir sem ela. Quando o Senescal Varella é assassinado por um corte impossível, os seis Despertos que estavam com ele naquela noite viram suspeitos. A Pedra do Coração, que ouviu tudo, desaparece. Para sobreviver, eles precisam encontrá-la antes de quem a quer calada
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