
Gosto de histórias que continuam na cabeça mesmo depois que a última página termina. Lugares aparentemente comuns, personagens com seus próprios conflitos e situações que começam de forma simples, mas aos poucos revelam algo muito maior.
Em A COLHEITA, busco misturar terror sobrenatural, mistério e elementos do cotidiano brasileiro para criar uma experiência que seja familiar e, ao mesmo tempo, desconfortável.
Ainda estou construindo meu caminho como escritor, aprendendo a cada livro e experimentando novas formas de contar histórias.
Se você chegou até aqui, espero que encontre nas minhas páginas um pouco daquele medo que faz a gente olhar para o corredor antes de apagar a luz.