
Sou alguém que escreve por necessidade e sente por natureza. Acredito que a literatura é o espaço onde o caos se organiza e onde as feridas ganham o direito de se transformar em narrativa.
Minha escrita é movida pelo que transborda: os encontros, os desencontros, a saúde mental e os labirintos da entrega emocional. Não busco oferecer respostas prontas, mas sim compartilhar a verdade crua de quem não sabe sentir pouco e usa as palavras como bússola para navegar pelas complexidades humanas.
Escrevo para dar voz ao silêncio e para lembrar que toda história, por mais dolorosa que seja, merece um lugar no papel para que finalmente possa descansar.

Este livro não nasceu para acusar, vitimizar ou apontar culpados. Ele nasce da tentativa de entender. Talvez seja sobre transtornos emocionais. Talvez sobre carência, intensidade e feridas abertas. Talvez sobre duas pessoas tentando se amar enquanto ainda aprendiam a sobreviver a si mesmas. Talvez ambos tenhamos entendido tudo errado. Talvez não fosse o fim. Talvez só não fosse a hora. Porque, às
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O Nome Que Nunca Dei não é uma história de amor. É sobre desejo. Sobre olhares que se cruzam no mesmo horário, na mesma parada, quase todos os dias. Sobre reconhecer alguém antes mesmo de conhecer. Sobre imaginar demais e falar de menos. Entre o trabalho, o silêncio e a distância de uma rua, nasce um tesão contido e perigoso. Um desejo que se constrói na espera, na projeção, na curiosidade que c
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Ressonância Negra: As Crônicas de Dust introduz um universo onde emoções têm peso físico, onde animais operam em camadas de percepção inacessíveis aos humanos, e onde o "excesso" — de sentimentos não ditos, de silêncios acumulados, de afetos que insistem em retornar — se torna força real com consequências tangíveis. A trama acompanha Dust, filhote adotado por Daniel em momento de crise conjugal. O
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té onde você iria para esconder um segredo que pode destruir sua vida? Leonardo é o Encarregado Geral de uma obra bilionária. Homem de classe, acostumado ao comando e ao respeito. Ele achava que tinha o controle de tudo, até Thales chegar. O servente de corpo bruto e olhar predatório não pediu licença; ele invadiu o mundo de Leonardo, transformando a obra em um desejo proibido e violento. Mas em
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