
Daniel Biancardini é escritor, empresário e autor da trilogia O Reino de Jezabel. Sua escrita transita entre drama, crítica social, política e conflitos psicológicos, explorando temas como injustiça, poder, fé, culpa, amor e redenção.
Apaixonado por literatura, heavy metal, motocicletas e pelo Fluminense, carrega para suas obras uma visão intensa da vida, marcada por contrastes entre sensibilidade e força, espiritualidade e conflito, dor e esperança.
Em seus livros, busca construir personagens humanos, imperfeitos e atravessados por dilemas morais, afetivos e espirituais, dando voz a histórias que provocam reflexão e permanecem com o leitor após a última página.

Um ano após os eventos de “Siga os Urubus”, uma série de mortes inexplicáveis abala a capital federal. Quando estudantes da Universidade de Brasília começam a investigar por conta própria, descobrem que algumas verdades foram deliberadamente ocultadas ao longo de décadas. Entre documentos misteriosos, túneis antigos e traições inesperadas, desvenda-se uma teia de corrupção muito mais extensa do qu
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Mariana acreditava que, enfim, poderia se libertar do seu passado. Depois de sobreviver aos acontecimentos traumáticos do ano anterior, ela buscou refúgio em uma vida simples em Brasília ao lado de sua namorada. Era como se, finalmente, o caos tivesse dado uma trégua. Porém, um telefonema inesperado rompe sua frágil sensação de paz e a coloca diante de uma encruzilhada devastadora: continuar escon
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Rio de Janeiro, 1985. Uma guitarra azul, um palco em Copacabana e um garoto de dezoito anos convicto de que uma música certa, tocada na hora certa, pode mudar o rumo de uma vida. Na noite do seu primeiro show, Khaleb conhece a namorada de um amigo. O que começa na calçada de uma casa de show se transforma em algo que nenhum dos dois sabe nomear. Mas o amor aos dezoito anos não vem com manual. Vem
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Valéria Bianchetti nunca pareceu tão intocável. Sob a chancela das Nações Unidas, a ativista obtém financiamento internacional e passa a ser vista como modelo de atuação política. Desde então, criticá-la soa como atacar a própria causa que ela jurou defender. No outro extremo, Mariana deixa a prisão perseguida por noites sem fim, enquanto Rafael retorna dos Andes com uma dor que não lhe pertence.
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