
Deise da Silva Oliveira é artista
independente, geminiana, cartomante, candomblecista, natural de Cruz das Almas/BA, e iniciou-se na escrita aos 15 anos de idade.
Seus escritos são “escrevivências”, ancestralidade,
poesia combativa, um processo de cura de si mesma e uma conversação no terreno de si nos processos de Sankofa.
Deise
tem três livros produzidos e publicados de maneira independente: “eu sou
melancolia, sensualidade e timidez” (2018), “Vísceras, Hemorragias e Refluxos”
(2019) e “Cobra das Matas – Sankofa em prosa de poesias” (2021).

Eu sou melancolia, sensualidade e timidez não é apenas um livro de poemas — é um corpo aberto. Nesta obra, Deise nos conduz por uma travessia visceral entre desejo, dor, identidade e entrega. A escrita pulsa como quem sangra, como quem ama, como quem sente demais. Cada página é um mergulho em contradições: força e fragilidade, erotismo e delicadeza, caos e calmaria. O livro se constrói como um car
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Entre páginas que respiram cor, memória e identidade, Deise constrói uma narrativa poética que pulsa como manifesto íntimo e político. Não se trata apenas de versos organizados — trata-se de presença. Cada palavra é atravessada por questões de raça, gênero e classe, e pelos impactos concretos dessas camadas na construção de um corpo, de uma voz e de um lugar no mundo. A obra é provocativa porque n
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Cobra das Matas não oferece heroína convencional, mas uma entidade em transformação constante. Uma mulher-cobra que compreende que crescer exige trocar de pele — e suportar a vulnerabilidade do processo. Nessa jornada, os personagens não são coadjuvantes, mas forças iniciáticas: Papa é guia e provocação; conduz, mas não protege do necessário enfrentamento. Nia e o Corvo surgem como lembretes do a
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Cobra das Matas não oferece heroína convencional, mas uma entidade em transformação constante. Uma mulher-cobra que compreende que crescer exige trocar de pele — e suportar a vulnerabilidade do processo. Nessa jornada, os personagens não são coadjuvantes, mas forças iniciáticas: Papa é guia e provocação; conduz, mas não protege do necessário enfrentamento. Nia e o Corvo surgem como lembretes do a
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