
Carlos Lana, um jovem poliartista contemporâneo. Paulista, poeta, quadrinista, ilustrador, escritor, contista e estudante, Carlos Lana expressa o mundo pelos meandros entre a miserabilidade do quotidiano brasileiro e a sutileza de sua teoria poética filosófica sobre a deformidade; nem mesmo as bases de onde veio, nas margens suburbanas da sampa foram capazes de determinar quais vozes colocam palavras umas após as outras.
Carlos Lana é um poeta diverso que domina a linguagem em seus escritos com o uso de imagens poéticas poderosas, cheias de simbolismo e metáforas intrigantes. Seus poemas podem variar do absurdo ao surreal, sendo secos e profundos, com um toque de ironia sobre a realidade e uma reflexão demorada e particular sobre a vida e a morte, o ordinário e o cotidiano.
Seu estilo envolve uma escrita envolvente, que pode ser ao mesmo tempo difícil e fácil de entender, repleta de camadas, como se cada poema tivesse uma história inteira por trás. Ele tem um ritmo próprio, usa rimas eventuais (embora dê pouca importância às métricas, com exceção dos haicais), e seus escritos são repletos de diálogos, que se tornaram uma marca registrada de Carlos.
Autor de diversos livros em diversos formatos. Lana publicou de forma independente o seu livro: “No Caos em que a Gente Brevemente se Desfaz" (2024), disponível físico na loja Uiclap e de forma digital pela Amazon: https://www.amazon.com.br/dp/B0D3H3Q6BK.
Autor do e-book “Poemas para Você: carta aberta de um coração”, disponível na Amazon.com. Participou da Antologia de Contos de Horror cósmico "Além do Limiar da Loucura", da editora Cyberus, com o conto "Primeiro vieram os olhares"; Além de manter uma coluna no Medium onde produz dissertações ensaísticas.

No Caos em que a Gente Brevemente se Desfaz”, Carlos Lana conduz o leitor em uma jornada emocional através dos meandros da mente e do coração de um “menino desfeito”. Lana revela em sua poesia as complexidades de problemas de identidade, traumas, vícios e dependência. Versos poderosos, imagens fortes, metáforas, uma dose de absurdo visceral e um convite ao leitor de buscar no fim de tudo um caminh
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