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Meus livros na UICLAP

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Erectus

Este ensaio científico-filosófico parte de uma premissa incômoda: o sapiens talvez não fosse a espécie destinada a persistir. Não como provocação, mas como conclusão apoiada em evidências pouco examinadas. A tese distingue eficácia, nossa capacidade de inovar, de efetividade, medida pela sobrevivência no tempo profundo. Sob esse critério, o erectus, que viveu quase dois milhões de anos em equilíbr

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Biologia Psicotrópica

Como moléculas, invisíveis a olho nu, podem dissolver a fronteira entre o "eu" e o mundo? Como a matéria se torna mente, e como a mente pode ser reconfigurada pela matéria? Estas perguntas atravessam rituais ancestrais e laboratórios de ponta, e estão no centro de um dos campos mais fascinantes da biologia contemporânea. Este livro não é um tratado de farmacologia nem um manual de neurociências.

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Psicofarmacologia molecular

Este livro oferece um estudo abrangente e rigoroso dos mecanismos moleculares da (neuro)psicofarmacologia, estruturado sob uma ótica inovadora: a classificação por mecanismo de ação, em vez da tradicional classificação por indicação terapêutica. Assim, o objetivo desta obra é ser referência e fornecer ao leitor uma compreensão profunda de como os psicofármacos funcionam no nível molecular. Sua ab

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Experimento sobre híbridos vegetais & Sobre alguns bastardos de Hieracium obtidos por fecundação artificial

Em 1865, um monge agostiniano leu diante de uma sociedade provinciana de naturalistas em Brünn os resultados de oito anos cruzando ervilhas no jardim do mosteiro. O texto caiu no silêncio, foi redescoberto trinta e cinco anos depois por três homens de rigor desigual, e tornou-se o alicerce sobre o qual Fisher, Haldane e Wright ergueriam a genética de populações, sem o qual o próprio programa darwi

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Riemann

Em junho de 1854, Bernhard Riemann apresentou diante da Universidade de Göttingen uma preleção que não esperava ver escolhida. Havia preparado três temas; Gauss, que presidia a banca, optou pelo menos provável: os fundamentos da geometria. O que Riemann leu naquela tarde dissolveria dois mil anos de certeza euclidiana e abriria o espaço conceitual de que Einstein precisaria, sessenta anos depois,

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