
Carlos Belchior Júnior, nascido em 1980 no Rio de Janeiro, é um viajante das fronteiras e das travessias. Aos sete anos, saiu do Brasil e se estabeleceu em Lisboa, Portugal, onde concluiu o ensino médio na Escola Salesianos do Estoril. Em 1997, voltou ao Brasil e se estabeleceu em João Pessoa, Paraíba, onde construiu sua história, sua família e sua voz teológica. Formado em economia e chamado para a teologia, Carlos é escritor, criador de conteúdo e cristão apologista com mais de 170 artigos publicados em portais evangélicos de todo o Brasil. Seu raciocínio teológico transita entre a fé histórica e os desafios atuais, com foco em Cristologia, defesa protestante da fé, arqueologia bíblica e história da Igreja. Sua posição é reformista e cessacionista, e seu compromisso intelectual pode ser resumido na frase que se tornou sua assinatura: "A fé tem fundamento histórico." Como escritor, ele é responsável por duas obras, que incluem: Roma Contra Cristo e A Ressurreição de Cristo. Sua proposta editorial inclui áreas como apologética, história da igreja, teologia bíblica e literatura pastoral, com um catálogo cuidadosamente planejado para os próximos anos. No meio digital, Carlos administra o canal de YouTube Cristologia Teológica e o perfil @carlosbelchiorjr no Instagram, onde elabora conteúdo teológico que alia rigor acadêmico e clareza. Seu trabalho abrange respostas a discursos religiosos errôneos, pesquisas em arqueologia bíblica, uma defesa histórica da fé cristã e a capacitação apologética para leigos. A mistura de rigor exegético e linguagem direta tem formado uma audiência crescente e leal. Carlos estuda Teologia na UNASP, onde é pós-graduando em Teologia Avançada, Arqueologia Bíblica, História da Igreja e Bíblia Avançada, além de ser o aluno que mais se destaca em sua turma. Sua formação acadêmica transparece na qualidade do que escreve e produz em áudio e vídeo, em que o material patrístico, as evidências arqueológicas e a exegese cuidadosa não são soltas, mas acompanhadas de uma linguagem acessível ao leitor comum. Como pai de três filhos, ele concilia a administração, a produção literária, a pós-graduação e o ministério apologético, acreditando que a Igreja brasileira necessita de vozes que defendam a verdade histórica da fé cristã.
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Roma não perdeu para o tempo. Ela perdeu para um carpinteiro da Galileia. Durante três séculos, o Império mais poderoso da história concentrou seus legionários, seus imperadores, seus filósofos e seus juízes contra uma única ideia: que Jesus de Nazaré havia ressuscitado dos mortos. Queimaram os textos. Destruíram os crentes. Jogaram corpos aos leões em praça pública. E ainda assim, ao fim de tudo,
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Um corpo desapareceu de um túmulo lacrado pela autoridade de Roma e vigiado por soldados treinados para matar quem falhasse na guarda. Ninguém, nem romano nem judeu, jamais produziu esse corpo. Este livro parte dessa pergunta que a história ainda não resolveu. A Ressurreição de Cristo não é um devocional de Páscoa. É uma investigação forense sobre o evento mais contestado da Antiguidade. Carlos B
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