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Meus livros na UICLAP

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Toda Poesia Que Eu Pude Carregar - Tomo II

QUARENTA ANOS DE POESIA OU VÊNUS EM FÚRIA No início de 1973, quando eu tinha 14 anos de idade, e já rompia e rasgava as ruas de São Paulo, um garoto magrelo e tímido e virgem carregando pacotes e envelopes, cometi meus primeiros poemas. Poesia concretista na maioria. E muito ruim e foi tudo ao lixo. Dois ou três anos depois, ainda magrelo e tímido e não mais virgem, já rasgava as cortinas dos pu

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Toda Poesia Que Eu Pude Carregar - Tomo III

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Toda Poesia Que Eu Pude Carregar - Tomo I

EM BUSCA DA POESIA PERFEITA Há pelo menos três dúzias de anos, desde quando comecei a cometer meus primeiros escritos, que busco sempre a Poesia Perfeita. Aquela que trará não apenas a mensagem, estimulando o sentimento, a percepção, o desejo... E que buscará e encontrará íntimos e ínfimos segredos, que marcará mentes e lembranças. Mais que o sentido claro e óbvio da busca dessa Poesia, que seria

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A Mulher Líquida

O sexo é o pano de fundo de "A Mulher Líquida", que conta a história de Angela Maria, nascida no mesmo dia do aniversário do Marquês de Sade, e com quem tem, a partir da perda da virgindade aos quinze anos de idade, sempre na noite de seus aniversários, sonhos eróticos onde o escritor libertino francês dialoga com ela, e lhe mostra a libertinagem como única forma de liberdade. Apaixonada pelo can

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Jorro

Bem, aqui está o “Jorro”, um texto escrito com maestria, sinceridade e emoção por um escritor absolutamente fantástico, que consegue criar um personagem rico, que a tudo justifica com suas mazelas, tal qual o homem do subsolo de Dostoiévski Impressionou-me foi como Olavo, avesso à poesia, complementou quase todos os capítulos, com poemas que não tinham relação direta, mas que no final, parecem co

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O Homem Que Fotografava Sonhos e Outros 99 Contos

São 100 contos escritos entre 1999 e 2021, selecionados pelo autor, com temas distintos como sexo, política, Rock. O autor tem seu forte na poesia, tendo publicado 15 livros no gênero, e nos contos deste livro, esmera-se na literatura em prosa, tratando com muita humanidade todos os seus personagens. Quase todos os contos são inéditos, não tendo sido sequer publicados na Internet.

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Desgraçados e Outras Novelas Curtas

Dr. Robot Desgraçados Centípede, A Sociedade das Águas (Onde Anda Benjamim?) São três novelas (ou seja, romances curtos), escritos por Barata Cichetto entre 2017 e 2019, que versam sobre nossa sociedade, atual e futura, onde a Humanidade, como conceito não de raça, mas de sociedade se desfaz. No primeiro, Dr. Robot, ela é praticamente aniquilada pela criação de uma sociedade de androides totalitár

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Satânia

Satânia, filha não reconhecida de Anton LaVey, lendário fundador da Igreja de Satan em 1966, e de uma hippie, que quando retornou ao Brasil se tornou prostituta, guerrilheira e esposa de um pastor protestante, para o qual inclusive perdeu a virgindade. Num determinado momento, Satânia conhece Hecaté, uma mulher lindíssima, oriunda da alta sociedade, mas que fora expulsa do seio família por engrav

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Satânia

Satânia, filha não reconhecida de Anton LaVey, lendário fundador da Igreja de Satan em 1966, e de uma hippie, que quando retornou ao Brasil se tornou prostituta, guerrilheira e esposa de um pastor protestante, para o qual inclusive perdeu a virgindade. Num determinado momento, Satânia conhece Hecaté, uma mulher lindíssima, oriunda da alta sociedade, mas que fora expulsa do seio família por engrav

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Como Escrever Contos Eróticos Com 55 Palavras

Em 2012, lancei a mim mesmo um desafio, que foi baseado em um concurso que eu tinha participado, bancado pela Secretaria de Cultura de SP em ano antes, cuja forma era que se escrevessem micro contos em tamanho Twitter, ou seja, 144 caracteres. Então, nele inspirado nisso, parti para escrever mini contos usando 300. Assim nasceu “Porcontos – Ou a Vida Como Ela Foi”, que tinha também como inspiração

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Liberdade de Expressão e Expressão de Liberdade

"Liberdade de Expressão e Expressão de Liberdade", conta a história do legendário site A Barata, criado por Luiz Carlos Cichetto em 1997, que entre outras coisas rendeu-lhe o nome literário "Barata". Um endereço pioneiro sob vários aspectos, A Barata criou páginas gratuitas para músicos e bandas bem antes do My Space se tornar conhecido, além do que, em boa parte de sua existência foi um depositár

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Opúsculos Sobre o Suicídio e Outras Sortes

Sou um escritor profícuo, ou seja, escrevo muito. Talvez escreva demais, mais do que possam admitir, aceitar ou mesmo assimilar. Não sou formado em nada, nunca - ao menos até hoje - nenhum prêmio literário. Sou um filósofo da rua, ou até mesmo que isso, já que minha filosofia se encerra entre as quatro paredes da minha casa, alcançando no máximo, como quebra da quarta, a publicação em um dos meus

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Pornomatopéias

Quando se tem um livro com um título estranho feito esse, a primeira coisa a fazer é colocar o significado da palavra, retirado dos dicionários. Mas nesse caso, como a palavra “Pornomatopéias” não existe, ou ao menos não existia até 2019 quando eu a criei, tenho que me dar ao trabalho para discorrer sobre ela, que aliás, é censurada no Facebook. “Porno” vem de “pornografia”, que significa, entre

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Filosofia de Pés Sujos

Prefácio Eduardo Amaro Barata Cichetto é um escritor urbano de outros carnavais, que possui uma mundividência cravada no individualismo e, por vezes, no pessimismo, o que faz alguns de seus textos se tornarem ríspidos e impactantes para muitos leitores. Ele também é um ser irrequieto e contestador, o que faz transparecer, em seu fazer estético, palavras que não soariam bem aos ouvidos puritanos. T

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Manual do Adultério Moderno

O Manual do Adultério Moderno não é um manual de práticas. Mas um monólogo-poema épico-erótico-herético escrito em um só fôlego. Num parágrafo único. Sem vírgulas e sem exclamações. No final do Inverno de 2015 É um tratado esquizofrênico sobre o conceito de adultério. Conceito? Ah não. Confeito! Com efeito! Por direito. O autor sugere que a leitura seja feita em meio a uma orgia sexual. De preferê

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A Tartaruga Feliz e o Jacaré Relógio

A história que conto agora, aconteceu num tempo em que ainda não existia o Tempo... Ao menos não como a gente está acostumado a perceber, pois havia a passagem dos dias e das noites, mas não o tempo marcado em relógios e calendários; contados em segundos, minutos, horas, dias, semanas, meses, anos... Havia o Tempo, sim, mas ele não tinha limites. Quer dizer, havia Tempo o tempo inteiro. E naquele

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