Sobre o autor:
Prof. Paulo C. Galetto é Mestre em Psicologia na área de Psicossomática e Psicanalista Didata. Desde 2009 atua na clínica e na gestão acadêmica, dedicando sua trajetória à defesa de uma psicanálise séria e rigorosa com os padrões estabelecidos, clinicamente responsável e teoricamente fundamentada e de uma ciência que reconheça os limites do próprio método diante da complexidade do sujeito humano.
É Diretor de Ensino da Átria Psicanálise e atualmente Presidente da UBEP - União Brasileira de Escolas Psicanalíticas, uma iniciativa em parceria que visa preservar a verdadeira formação.
Atuou há mais de 12 anos como professor universitário e atualmente é formador de novos psicanalistas.
É especialista em Psicopedagogia, Didática do Ensino Superior, Gestão de Pessoas e Gestão da Qualidade, com Bacharelado em Administração, uma formação multidisciplinar que sustenta seu compromisso com a excelência acadêmica na transmissão da psicanálise.
Como Mestre em Psicologia, dedica-se à interlocução entre a clínica psicanalítica e a produção científica contemporânea, defendendo publicamente o rigor epistemológico da psicanálise diante de leituras cientificistas que a reduzem a caricatura.
Este livro nasce justamente da experiência clínica de acompanhar pacientes submetidos à lógica do ajustamento rápido e da performance incessante, mostrando que o sujeito não cabe em protocolos simplistas nem em métricas de laboratório. Na direção de instituição formadora, sustenta que a solidez de uma escola psicanalítica se mede pelo tripé clássico da IPA: (Análise pessoal, supervisão clínica e formação teórica robusta), e não por atalhos que comprometem a ética e a competência clínica.
É também pesquisador dos Riscos Psicossociais (RPS) no ambiente de trabalho, com domínio de instrumentos psicométricos de avaliação como PSS, WHOQOL-BREF, NAQ-R, PROART e COPSOQ-III, e atua na capacitação de profissionais para a nova NR-1, a Lei 14.831/24 e a ISO 45.003/22, possuí uma extensão natural de seu olhar clínico para os modos como o sujeito contemporâneo adoece diante das exigências de produtividade e desempenho.