
Escritor, Cosmólogo Teórico Independente e Proponente da Cosmovisão MCR
Nascido em Maranguape, Ceará — sob a influência das montanhas brasileiras que despertaram sua curiosidade sobre a escala do mundo — Antonio Carlos Pinto consolidou-se como uma voz singular na literatura e na ciência especulativa contemporânea. Com obras em ascensão no Reino Unido, Antonio trilha um caminho de reconhecimento internacional, unindo a profundidade do pensamento nordestino à universalidade dos grandes temas existenciais.
Trajetória Intelectual e Resiliência
Sua jornada foi forjada tanto pela observação da natureza quanto pelo rigor do autodidatismo. Após migrar para Fortaleza aos 7 anos, Antonio mergulhou nas raízes de sua linhagem (família Pinto de Portugal e ascendência indígena) para construir uma base cultural sólida. Superando perdas pessoais profundas que silenciaram sua escrita por uma década, ele ressurgiu em 2023 com uma força criativa renovada, expandindo sua atuação de romancista a arquiteto de novos conceitos cosmológicos.
A Voz Literária: O Estilo "Shakespério"
Antonio não se limita a seguir correntes; ele as cria. Formado em pintura tradicionalista e profundamente influenciado por nomes como William Shakespeare, Emily Brontë e W. Somerset Maugham, ele desenvolveu o estilo "Shakespério". Esta estética única funde o lirismo clássico e o Neo-Romantismo com temas modernos, resultando em uma produção multifacetada que abrange desde a poesia Amish até a ficção científica de alta densidade.
Contribuição Científica: A Cosmovisão MCR
Para além das letras, Antonio Carlos Pinto é o mentor do Multiverso Cíclico Repulsivo (MCR). Sua proposta desafia o consenso acadêmico ao sugerir que o universo opera em ciclos eternos de morte e renascimento, impulsionados por uma gravidade repulsiva emanada de um "Super Buraco Branco". Seu trabalho busca preencher lacunas deixadas pelo Modelo Padrão, dialogando com teorias de gigantes como Sir Roger Penrose e Nikodem Popławski.
Antonio Carlos Pinto permanece um explorador das fronteiras humanas e espaciais, dedicando sua vida a levar palavras e hipóteses cada vez mais longe, conquistando corações e mentes através da beleza da arte e do rigor da dúvida produtiva.

O crepúsculo desenhava seus últimos toques de ouro e púrpura sobre Grammaria, anunciando a chegada da noite quase perpétua. Elia de Gareth estava de pé no terraço de sua modesta morada, perdida em seus pensamentos enquanto observava o horizonte em chamas com as últimas baforadas do Dragão arcano sobre o astro Sol. Seus dedos apertavam uma carta amarelada, um objeto cujas palavras já havia relido
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