

João Roberto D’Ávilla tem quase dezesseis anos, um Opala azul metálico e a certeza insolente de que nada no mundo pode alcançá-lo. Conhecido como o Cometa de Brasília, ele vive entre músicas, rachas, amigos e provocações, atravessando a adolescência como quem pisa fundo numa estrada sem freio. Até conhecer Samuel Mourtier, um capitão da Marinha rígido, frio e habituado a controlar tudo — menos o
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