
Jornalista por formação, escritor e entusiasta de tecnologia por curiosidade pragmática. Com pós-graduações em Gestão de Mídias Digitais e em Liderança e Gestão Pública, Adamy Gianinni transita entre a análise crítica da sociedade e a precisão lógica do desenvolvimento de sistemas. Comunicação e tecnologia são tratadas aqui como ferramentas para a mesma finalidade: investigar e iluminar o que está nas sombras.
A escrita busca provocar, seja através do suspense psicológico, da crônica ou da investigação jornalística. Em um mundo ditado por algoritmos, o autor assume o papel de garantir que a ética não se perca no código.
Fora das telas e laudas, é católico, flamenguista e adepto do ciclismo. Cético por natureza e cristão por fé, prefere a verdade da simplicidade ao ruído da ostentação. Questiona tudo, mas mantém a crença na busca constante pelo conhecimento e no dever de deixar obras que façam pensar.

"Nunca se envolver com a fonte. Nunca confundir missão com afeto." Numa cidade onde o poder é um mecanismo silencioso, mantido por acordos de gerações, a verdade é um artigo de luxo. Designado para infiltrar-se no núcleo de uma família que governa com mãos de ferro e luvas de veludo, um jornalista recebe uma missão clara: observar as rachaduras de um governo em desgaste. O caminho para o gabinet
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Em Grovila, tudo funciona. O hospital atende, os pacientes saem estabilizados e a cidade permanece em absoluto silêncio. Não há caos, não há crises, não há erros aparentes. Quando o médico Diego chega para assumir seu posto na instituição, percebe que a rotina local não segue a lógica comum. As ruas vigiam. As casas permanecem fechadas. Há setores que não constam nos mapas e registros que simp
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