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Meus livros na UICLAP

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Mundos que não existiram

O mundo parece inevitável porque quase nunca imaginamos o mundo que não veio. Uma irmã liga para dizer que está grávida. A autora, que aprendeu o contrafactual como técnica de economista, faz o que faria com qualquer outro problema: para e faz a conta. Quantos acasos precisaram se alinhar para que aquela criança, e não outra, estivesse a caminho. E se a existência de uma pessoa pende de tantos ac

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O lado oculto das grandes obras

Em 15 de março de 44 a.C., um grupo de senadores romanos matou o homem mais poderoso da República para impedir que ele se tornasse tirano. Não eram criminosos nem covardes. Agiram com convicção, e conseguiram o oposto exato do que queriam: o império. Existe uma forma preguiçosa de aproximar economia e literatura: usar o romance como exemplo simpático para ilustrar um conceito que já se sabia de a

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O repouso de Malena

Um poço. Uma vara. Entre eles, uma distância. Uma sombra. Foi assim que um homem mediu a circunferência do mundo. Séculos depois, uma mulher se debruça sobre a borda de um poço para procurar a sombra da própria cabeça. Inclina-se. Corrige o ângulo dos ombros. Inclina-se mais. Quando percebe que o ponto de equilíbrio já passou do quadril, a queda começou. No fundo há água. Ou lama. Ela nunca soub

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Antes que o tempo decida por você

Você já adiou uma decisão importante porque ainda não tinha certeza? Esperou ter mais dinheiro, mais segurança, mais informação, mais coragem. Manteve uma porta aberta porque fechá-la parecia arriscado demais. Disse a si mesmo que decidiria depois. O problema é que o tempo não espera a sua decisão. Enquanto você tenta descobrir qual é a escolha certa, alguns futuros deixam silenciosamente de se

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A Economia Invisível do Amor

Por que uma mensagem que demora parece dizer tanto? Por que uma coincidência amorosa ganha aparência de destino? Por que insistimos em relações que já deixaram de fazer sentido — e por que, depois que terminam, tudo parece tão óbvio? A Economia Invisível do Amor investiga o amor romântico por uma lente pouco habitual: economia comportamental, psicologia da decisão e probabilidades. Ao longo de c

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O Homem e o Espectro

E se fosse possível apagar da memória tudo aquilo que nos feriu? Em O Homem e o Espectro, Charles Dickens transforma essa possibilidade em uma inquietante experiência moral. Assombrado pelas lembranças de perdas e decepções, o professor Redlaw recebe de uma presença sobrenatural o dom de esquecer suas dores. Mas o alívio tem um preço: aquilo que desaparece com o sofrimento também altera sua cap

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A Razão do Diabo

A razão é capaz de explicar tudo — até o momento em que deixa de ser. Em A Razão do Diabo: entre a lógica e o delírio, mestres da literatura atravessam a fronteira incômoda entre aquilo que pode ser decifrado e aquilo que desafia qualquer explicação. Edgar Allan Poe transforma um enigma aparentemente impossível em um exercício de lógica, códigos e obsessão. E. T. A. Hoffmann conduz o leitor por

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Água Rebelde

Água Rebelde Liliana Caldeira | Síngula Editora Há palavras que não aceitam ficar paradas. Transbordam, se afastam, escorrem pela página. Em Água Rebelde, até o silêncio ganha forma. Em quatro movimentos — O corpo sozinho, O encontro, O ausente e O corpo que fica —, Liliana Caldeira percorre os territórios do desejo, da intimidade, da memória e do luto. Sua poesia revela aquilo que o corpo guar

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A ilha de coral

O clássico de 1857 que está na origem de O senhor das moscas e da Terra do Nunca, em tradução integral, atual e contextualizada. Ralph, Jack e Peterkin sobrevivem a um naufrágio no Pacífico Sul e chegam a uma ilha de coral sem nenhum adulto por perto. Aprendem a fazer fogo com um arco, a mergulhar entre bosques de coral, a viver de coco e fruta-pão. Jack decide, Ralph observa tudo, Peterkin ri

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O Wagner que Hitler amou

Adolf Hitler tinha doze ou treze anos quando ouviu Lohengrin num teatro de Linz e saiu de lá devoto de Richard Wagner. Nunca mais deixou de ser. Esta é a autobiografia do compositor que ele amou, em trechos selecionados e traduzidos para o português do Brasil. Wagner morreu seis anos antes de Hitler nascer, mas deixou tudo dito. Nas memórias que ditou a partir de 1865 para Cosima e para o rei Lud

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A presa que pensa

Poemas de Anna Wickham em tradução inédita: a coletânea inteira de The Contemplative Quarry (Londres, 1915), de uma das vozes mais irreverentes da poesia inglesa do início do século XX. Wickham escreveu sobre casamento, desejo, filhos, panelas e dinheiro, numa época em que se esperava das mulheres o silêncio. Seus poemas são curtos, rimados e irônicos: ora uma esposa recusa o papel que lhe deram,

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