Um pouco sobre mim
Oscar é um arquiteto de universos (o "Oscarverse") que utiliza a ficção como uma ferramenta de estudo da condição humana. Ele não se limita a um gênero, transitando com fluidez entre a ficção científica, a fantasia épica, o drama contemporâneo e a literatura didática interativa. Sua escrita é marcada por uma voz que busca constantemente extrair uma lição prática de cada narrativa, tratando o leitor não apenas como espectador, mas como alguém que precisa aprender e evoluir junto com os personagens. Sua maior virtude é a capacidade de transformar o aprendizado em aventura. Em Professor Enigma, ele subverte o ensino tradicional de idiomas, criando uma mecânica onde o conhecimento da língua inglesa é a chave para a sobrevivência. Ele acredita que "envolver" o aluno é o melhor método de ensino.
O autor demonstra uma profunda preocupação com a saúde mental e a inteligência emocional. Ele aborda temas complexos como a depressão e o T.O.C. com coragem, transformando dores invisíveis em metáforas visíveis (monstros e vírus) para facilitar a compreensão e o enfrentamento dessas patologias. É um defensor ferrenho de valores como a humildade, a honestidade e a modéstia. Suas obras frequentemente exploram as consequências da soberba (Rei Falquíades), da ganância (Raul Nobre) e da inveja (Homem Amarelo), propondo a redenção através da mudança de caráter e do reconhecimento das próprias falhas.
Ele possui a virtude de criar tramas independentes que, quando unidas, formam uma cosmologia coesa. O "Homem Amarelo" serve como o fio condutor que une diferentes eras e mundos, demonstrando um planejamento literário ambicioso e uma imaginação que não aceita limites biológicos ou físicos. Através da metáfora da "casa" em Olá, Sou Feliz, o autor revela uma virtude de observador atento do cotidiano, valorizando a felicidade nas coisas simples e alertando para o perigo do perfeccionismo e do excesso de preocupações que "sufocam" a alma. Em resumo, as virtudes deste escritor residem em sua dedicação ao aprendizado contínuo e em sua crença de que a criatividade deve ser sempre guiada pela prudência e pelo amor ao próximo, transformando a literatura em um espelho para o autoaperfeiçoamento do leitor