
Autor
independente. Terror psicológico, gótico e noir.
Atualmente
publicando Amores Mortos — uma conversa subterrânea com as leituras que
me deformaram:
• a
atmosfera receptiva ao extraordinário em Ligeia (Poe);
• a
inevitabilidade da tragédia romântica em Pobre Liza (Karamzin);
• a
ciclicidade da obsessão humana em A Volta do Parafuso (Henry
James);
• a
opressão sistemática do ambiente sobre o indivíduo em A Letra Escarlate (Hawthorne);
• a
impossibilide de transcendência na covardia em Pedro Páramo (Juan
Rulfo);
•
e a distorção da verdade pelo viés narrativo em Pálido Fogo (Nabokov).
Cada
parte carrega uma âncora.
O
veneno, porém, é só meu.

Amores Mortos é um engano desde sua concepção. A princípio, pode parecer uma narrativa de amores comuns; até que a morte revele ser a verdadeira protagonista. A saga disseca o amor como doença terminal: um ciclo implacável da possessão afetiva, da necessidade de pertencimento, da culpa hereditária e da violência silenciosa que floresce onde os mortos ainda respiram, atravessando gerações, diários,
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Parte II: Onde Morrem os Amores No domingo, os mortos recebem visitas. Os vivos nunca voltam os mesmos. Todo domingo, Natanael deposita uma rosa solitária no túmulo da mãe — uma penitência silenciosa invisível para a multidão —, mas uma stalker o observa das sombras há semanas; para ela, ele é o refúgio perfeito para seu vazio. Com mentiras delicadas, manipulações sutis e poemas trocados entre láp
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