
Pai de dois filhos, pagador profissional de boletos e funcionário em tempo integral da famosa Máquina Invisível.
Trabalha sob regime CLT durante o dia, faz extras à noite e, nas madrugadas, tenta lembrar onde foi que deixou os próprios sonhos.
Especialista em sobreviver com sono atrasado, metas inalcançáveis e frases motivacionais que nunca pagaram uma conta.
Já ouviu que “homem tem que aguentar”, então aguentou… até perceber que aguentar não é viver.
Cansado do sistema, mas mais cansado ainda de aceitar o sistema como destino final.
Não se conforma com a vida no modo automático. Enquanto o mundo diz “é assim mesmo”, ele responde escrevendo.
Encontrou na escrita um jeito de desabafar sem quebrar nada — só algumas ilusões.
Transforma caos em palavras, frustração em páginas e boletos em combustível criativo.
Não escreve porque venceu. Escreve porque está lutando.
E se você também está preso na engrenagem, talvez essas palavras sejam a chave inglesa que faltava.