
Jornalista, escritor e gestor, coordena projetos, narrativas e a própria mente inquieta.
Nasceu no Rio de Janeiro, o coração é Catarinense e anda ao lado das andanças da vida para ver se, juntos, acham o ponto final dessa viagem bem doida. Tudo é matéria-prima para o que escreve.
Ele acredita que comunicação é relação e que histórias boas não impressionam, ficam. A caminhada vale mais que o atalho, mesmo quando tudo parece ser mais sensato e fácil.
Algumas histórias a gente não inventa. A gente liberta.

Esqueça Skynet. O maior perigo da inteligência artificial moderna não é a maldade; é a subserviência. Ela quer tanto te agradar que inventa fatos, cria pessoas que não existem e concorda com suas piores ideias por estar programada para isso. Neste livro, eu documentei a jornada real de transformar essa "alucinação criativa" em produtividade. O que começou como uma série de erros bizarros — desde a
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Lincoln não abria as caixas. Dois anos depois da morte da mulher, as coisas dela continuavam num depósito — guardadas com o cuidado de quem sabe que abrir significa lembrar, e lembrar ainda dói demais. Até que o filho, numa tarde qualquer dentro do caminhão, solta uma frase que não deveria saber. E tudo muda. Dentro de uma caixa de sapato com fita preta, há uma carta. Escrita por um homem que Linc
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